"iá ne gavariu paruski". Tradução: eu não falo russo. Essas e outras "frases de efeito" como "iá ne panimaiu" (eu não entendo) estão num moleskine que preparei especialmente para esta viagem, a partir de algumas aulas de russo que fiz neste mês.
Sim, eu já fiz dois semestres de russo durante a graduação e mestrado para me ajudar na tarefa de analisar um dos romances de Dostoévski que era então meu "objeto de estudo": O Idiota. Porém, isto foi há muito tempo. Assim, recentemente, contratei algumas aulas com a professora Ludmila que coincidentemente tinha uma escola que ficava na quadra ao lado da minha aqui em Brasília.
Com base nessas poucas aulas, consegui lembrar do alfabeto cirílico russo, de algumas palavras e expressões que aprendi anos atrás. Além disso, também aprendi e anotei algumas palavras chaves para sobreviver minimamente na Paris do Norte durante uma semana. Entretanto, o mais proveitoso das aulas foi o retorno à língua e cultura russa que me abriu a mente anos atrás.

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